Morte e Vida Severina - João Cabral de Melo Neto
Colocado aqui intencionalmente como complemento do texto que vai abaixo, sobre o fim do mundo.
O RETIRANTE EXPLICA AO LEITOR QUEM É E A QUE VAI
— O meu nome é Severino,
como não tenho outro de pia.
Como há muitos Severinos,
que é santo de romaria,
deram então de me chamar
Severino de Maria
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fiquei sendo o da Maria
do finado Zacarias.
Mais isso ainda diz pouco:
há muitos na freguesia,
por causa de um coronel
que se chamou Zacarias
e que foi o mais antigo
senhor desta sesmaria.
Como então dizer quem falo
ora a Vossas Senhorias?
Vejamos: é o Severino
da Maria do Zacarias,
lá da serra da Costela,
limites da Paraíba.
Mas isso ainda diz pouco:
se ao menos mais cinco havia
com nome de Severino
filhos de tantas Marias
mulheres de outros tantos,
já finados, Zacarias,
vivendo na mesma serra
magra e ossuda em que eu vivia.
Somos muitos Severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,
no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas
e iguais também porque o sangue,
que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos
iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,
de emboscada antes dos vinte
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,
e até gente não nascida).
Somos muitos Severinos
iguais em tudo e na sina:
a de abrandar estas pedras
suando-se muito em cima,
a de tentar despertar
terra sempre mais extinta,
a de querer arrancar
alguns roçado da cinza.
Mas, para que me conheçam
melhor Vossas Senhorias
e melhor possam seguir
a história de minha vida,
passo a ser o Severino
que em vossa presença emigra.
Bem-Vindo! Welcome! ¡Bienvenido! Bienvenue! Benvenuto! Herzlich Willkommen! ようこそ!Добро пожаловать! 欢迎您!أهلا وسهلا! Sou uma jornalista brasileira que está viajando o mundo, começando pelas Américas, fazendo um documentário e escrevendo um livro sobre a FELICIDADE. Procuro patrocínio. Por favor, leia o projeto e se gostar me ajude a divulgar. Obrigada! This Blog is to promote the documentary and book that I'm doing, Please read the project and if you liked help me spread. Thank you!
Happiness.Documentary
Olá! Este é o blog oficial de divulgação do documentário que estou fazendo: #HappinessDocumentary e outras divulgações de meu interesse.
Eu já tinha este blog desde 2008. Apenas mudei o nome para o nome do documentário e mantive as publicações anteriores para que as pessoas possam me conhecer um pouco mais.
sexta-feira, maio 14, 2010
FIM DO MUNDO
Calma gente, o mundo NÃO vai acabar. Desculpa aí os pessimistas, religiosos fanáticos, galera que deturpa as interpretações, mas o mundonão vai acabar, apenas se acabam algumas formas como concebemos o mundo, as pessoas, a vida - não só do ser humano - o mundo é feito de "morte e vida severina", parafraseando e homenageando o grande João Cabral de Melo Neto:
Somos muitos Severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,
no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas
e iguais também porque o sangue,
que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos
iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,
de emboscada antes dos vinte
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,
e até gente não nascida).
De volta ao ponto de que o mundo não vai acabar, pelo menos não no todo, como alguns mais apocalípticos acreditam. Alguns "mundos" se acabam, novos começam. Formas, conceitos antigos,que um dia foram novos, se vão e o novo aparece.
A astrologia explica uma série de mudanças deste tipo, de "fim do mundo" como concebemos por um tempo e início de um novo mundo.
Este ano meu terapeuta fez meu mapa astral. Sou aquariana e nada mais elucidadivo com as novas fases que venho passando desde o início de 2009. Estou, de lá prá cá, morrendo e nascendo constantemente. Por sorte minhas mudanças estão super benéficas, favoráveis a mim, mas são mudanças grandes e radicais, uma Clara morreu e uma nova Clara, definitivamente, nasceu ou vem nascendo. Então, com o mapa astral fui entender que tantas mudanças são estas, de onde elas vêm e até ondde vão, em termos de tempo.
Da mesma forma dá para entender tantas mudanças no mundo. Segue abaixo um texto e um mapa astral que explica um pouco as mudanças que estamos passando.
O FIM DE UM MUNDO? texto por Carlos Maltz - www.carlosmaltz.com
Como você já deve ter percebido, 2010 começou forte. Parece que a Natureza “ligou o turbo”. No consultório, voltei de um mês de férias e encontrei a maioria das pessoas vivendo uma aceleração radical em seus processos existenciais. Em português simples e claro: “o bicho tá pegando”.
E a Astrologia, esta velha senhora, o que tem a nos dizer nesse momento? Ela pode nos auxiliar de alguma forma a compreendermos e nos posicionarmos melhor em relação ao que está acontecendo, e ao que há de vir?
Do alto de seus 5.000 anos de idade, dona Astrô não se abala muito com pouca coisa. Já viu impérios outrora indestrutíveis virarem ruínas...
Já viu civilizações que antes ditavam as regras, virarem pontos turísticos... Viu demônios virarem santos, santos virarem demônios, metalúrgicos virarem presidentes, astros do rock virarem astrólogos, políticos outrora muito populares virarem Judas... Enfim... Ela já viu de tudo... E sabe que “a vida vem em ondas como o mar”... Vem e vai... Vai e vem...
Dona Astrô pode nos auxiliar muito num momento desses, em que a corda está esticando. Pode nos lembrar de que isto é um ciclo, e que os ciclos têm a sua natureza, necessidade e duração.
E que ciclo é esse?
Teremos em 2010, mais precisamente no final de Julho de 2010, um alinhamento que (felizmente) não acontece todo momento.
Urano, planeta regente do signo de Aquário, um dos três “deuses da mudança”, geralmente associado à processos de quebras e rupturas radicais em modelos vigentes, completa uma volta e chega ao primeiro grau de Áries, que é também o primeiro grau de todo o Zodíaco. Só isto, já é um acontecimento astrológico significativo, que marca um momento de renovação.
Junto á Urano, vem Júpiter, considerado pelos antigos, como o grande “benéfico” do Zodíaco, também está associado á avanços em paradigmas ideológicos.
No início de 1762, os dois astros estavam alinhados no primeiro decanato do signo de Áries. Este ano é marcado pelo inicio da guerra entre Espanha, maior potência naval da época, e a Inglaterra, que passaria a ser a nova potência maior. O grande império ibérico caminhava para o fim, e o nascente império anglo-saxão começava a despontar.
Em 1845, Urano e Júpiter encontraram-se mais uma vez nos primeiros graus de Áries. Naquele ano, o parlamento britânico promulgou a “Lei Aberdeen”, que foi um passo decisivo para a futura libertação dos escravos, evento que também, sem dúvida nenhuma, foi paradigmático para os padrões da época, e iniciou um novo ciclo para a humanidade, visto que teve um impacto profundo nas relações sociais e econômicas dali para frente.
Em Julho de 1927, novamente Urano e Júpiter chegavam aos primeiros graus de Áries. Aquele foi um ano marcado pela primeira travessia sem escalas do Atlântico, realizada por Charles Lindbergh em seu “Spirit of Saint Louis”. Evento que sem dúvida deixou o mundo muito “menor” do que era até então. Aquele ano também foi marcado por acontecimentos políticos radicais que tiveram importância capital nos desdobramentos futuros. Em Agosto, uma revolta do exército chinês dá origem ao que viria ser o “Exército Vermelho”, que teve papel fundamental na revolução que transformou a face e a história daquele antigo país, e está na base do peso que ele tem hoje no planeta. Naquele mesmo ano, Benito Mussolini promulga a “carta do trabalho”, que transforma a Itália em estado corporativo, e abre as portas para o Fascismo, e Josef Stálin, após expulsar León Trotsky, torna-se líder absoluto do PC e da URSS. Novamente, um mundo estava terminando, e outro estava começando.
Como podemos ver, este alinhamento marca o início de uma mudança radical. As pessoas estão fazendo barulho á respeito de 2012, mas na verdade, o mundo acaba mesmo, é em 2010. Pelo menos o mundo tal qual o conhecemos até aqui.
O céu de 2012 não apresenta nenhum aspecto astrológico radical. Nenhum que chegue próximo ao que teremos esse ano.
Se não bastasse o encontro de Júpiter e Urano em Áries, que como vimos, marca novos momentos politico-ideológicos, temos ainda a posição de Saturno, senhor do tempo e das colheitas nos primeiros graus de Libra, fazendo uma “oposição” exata á conjunção Júpiter-Urano. E Saturno não está só. Com ele vem Marte, como todos sabem, o senhor da guerra. Se isso tudo não bastasse, Plutão, outro “deus da mudança”, implacável e compulsivo, faz uma “quadratura” á esse povo todo, nos primeiros graus de Capricórnio, outros signo “Cardinal”.
O céu está pesado. De todas as conjunções anteriores que eu citei, essa é, sem dúvida, a mais tensa e a mais radical. O velho e o novo estão cara-a-cara para um confronto que já se anuncia há uns três anos. E agora não tem mais como “empurrar com a barriga”, “não tem mais pra onde correr”.
O que está vindo pela frente?
Quem tiver olhos, verá... Um velho mundo morrendo, e um outro, novo,nascendo...
Todos já estamos sentindo a onda gigante de renovação que está chegando...
As mudanças acontecem em todos os níveis: no planeta, em nosso país, aqui no DF e também, como não poderia deixar de ser, em nossos lares, consciências e em nossas vidas. Todos gostam de mudanças planetárias, mas quase ninguém gosta quando elas começam a acontecer em nossas vidas, de verdade.
Quase todos nós, conscientes disto ou não, admitamos isto ou não, somos apegados aos modelos e estilos de nossas vidas, por mais deficientes e causadores de sofrimento que eles sejam. Faz parte de nossa natureza.Somos todos, mais ou menos conservadores. Basta ver quando algo realmente novo chega a Terra, a reação contrária que causa, e a pouca adesão que conquista, num primeiro momento.
O Cristianismo hoje é uma potência política e econômica, influindo em governos, movimentando bilhões e capitaneando guerras. Mas no começo, se limitava a doze pessoas, e durante quinhentos anos, ser simpático a esta idéia era motivo bastante para mandar alguém ser almoço dos leões.
Só que tem momentos, que é mudar ou mudar. E esse é um desses momentos.
Todo esse transtorno e esse “rebuliço” em nossas vidas são as mudanças chegando e batendo na porta dos nossos velhos estilos de vida, que se defendem como podem. Com unhas e dentes, como Saturno e Marte sinalizam.
Será que estamos dispostos a mudar? Será que sabemos o que precisamos mudar? Ou será que ainda estamos pensando que os problemas em nossas vidas são causados pelo ex, pela ex, pelos filhos, a sogra, pelo Lula, pelo Arruda, por nossos inimigos, Deus, o diabo, etc.?
A Tsunami da transformação planetária está batendo na praia. Ou pegamos essa onda e vamos com força para a frente, ou ela nos pega e quebra a espinha dorsal de nossas resistências. A hora de mudar é agora. Se a sua vida já está de pernas para o ar e você não está dando conta sozinho, procure ajuda. Um médico, padre, psicólogo, terapêuta, astrólogo, um amigo de verdade... Enfim, alguém que possa te ajudar a se enxergar, que nós não viemos equipados de fábrica com espelho retrovisor. Somos todos muito hábeis para enxergar cisco no olho do irmão, e cegos para ver a trave em nosso próprio olho...
Boa sorte!
Somos muitos Severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,
no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas
e iguais também porque o sangue,
que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos
iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,
de emboscada antes dos vinte
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,
e até gente não nascida).
De volta ao ponto de que o mundo não vai acabar, pelo menos não no todo, como alguns mais apocalípticos acreditam. Alguns "mundos" se acabam, novos começam. Formas, conceitos antigos,que um dia foram novos, se vão e o novo aparece.
A astrologia explica uma série de mudanças deste tipo, de "fim do mundo" como concebemos por um tempo e início de um novo mundo.
Este ano meu terapeuta fez meu mapa astral. Sou aquariana e nada mais elucidadivo com as novas fases que venho passando desde o início de 2009. Estou, de lá prá cá, morrendo e nascendo constantemente. Por sorte minhas mudanças estão super benéficas, favoráveis a mim, mas são mudanças grandes e radicais, uma Clara morreu e uma nova Clara, definitivamente, nasceu ou vem nascendo. Então, com o mapa astral fui entender que tantas mudanças são estas, de onde elas vêm e até ondde vão, em termos de tempo.
Da mesma forma dá para entender tantas mudanças no mundo. Segue abaixo um texto e um mapa astral que explica um pouco as mudanças que estamos passando.
O FIM DE UM MUNDO? texto por Carlos Maltz - www.carlosmaltz.com
Como você já deve ter percebido, 2010 começou forte. Parece que a Natureza “ligou o turbo”. No consultório, voltei de um mês de férias e encontrei a maioria das pessoas vivendo uma aceleração radical em seus processos existenciais. Em português simples e claro: “o bicho tá pegando”.
E a Astrologia, esta velha senhora, o que tem a nos dizer nesse momento? Ela pode nos auxiliar de alguma forma a compreendermos e nos posicionarmos melhor em relação ao que está acontecendo, e ao que há de vir?
Do alto de seus 5.000 anos de idade, dona Astrô não se abala muito com pouca coisa. Já viu impérios outrora indestrutíveis virarem ruínas...
Já viu civilizações que antes ditavam as regras, virarem pontos turísticos... Viu demônios virarem santos, santos virarem demônios, metalúrgicos virarem presidentes, astros do rock virarem astrólogos, políticos outrora muito populares virarem Judas... Enfim... Ela já viu de tudo... E sabe que “a vida vem em ondas como o mar”... Vem e vai... Vai e vem...
Dona Astrô pode nos auxiliar muito num momento desses, em que a corda está esticando. Pode nos lembrar de que isto é um ciclo, e que os ciclos têm a sua natureza, necessidade e duração.
E que ciclo é esse?
Teremos em 2010, mais precisamente no final de Julho de 2010, um alinhamento que (felizmente) não acontece todo momento.
Urano, planeta regente do signo de Aquário, um dos três “deuses da mudança”, geralmente associado à processos de quebras e rupturas radicais em modelos vigentes, completa uma volta e chega ao primeiro grau de Áries, que é também o primeiro grau de todo o Zodíaco. Só isto, já é um acontecimento astrológico significativo, que marca um momento de renovação.
Junto á Urano, vem Júpiter, considerado pelos antigos, como o grande “benéfico” do Zodíaco, também está associado á avanços em paradigmas ideológicos.
No início de 1762, os dois astros estavam alinhados no primeiro decanato do signo de Áries. Este ano é marcado pelo inicio da guerra entre Espanha, maior potência naval da época, e a Inglaterra, que passaria a ser a nova potência maior. O grande império ibérico caminhava para o fim, e o nascente império anglo-saxão começava a despontar.
Em 1845, Urano e Júpiter encontraram-se mais uma vez nos primeiros graus de Áries. Naquele ano, o parlamento britânico promulgou a “Lei Aberdeen”, que foi um passo decisivo para a futura libertação dos escravos, evento que também, sem dúvida nenhuma, foi paradigmático para os padrões da época, e iniciou um novo ciclo para a humanidade, visto que teve um impacto profundo nas relações sociais e econômicas dali para frente.
Em Julho de 1927, novamente Urano e Júpiter chegavam aos primeiros graus de Áries. Aquele foi um ano marcado pela primeira travessia sem escalas do Atlântico, realizada por Charles Lindbergh em seu “Spirit of Saint Louis”. Evento que sem dúvida deixou o mundo muito “menor” do que era até então. Aquele ano também foi marcado por acontecimentos políticos radicais que tiveram importância capital nos desdobramentos futuros. Em Agosto, uma revolta do exército chinês dá origem ao que viria ser o “Exército Vermelho”, que teve papel fundamental na revolução que transformou a face e a história daquele antigo país, e está na base do peso que ele tem hoje no planeta. Naquele mesmo ano, Benito Mussolini promulga a “carta do trabalho”, que transforma a Itália em estado corporativo, e abre as portas para o Fascismo, e Josef Stálin, após expulsar León Trotsky, torna-se líder absoluto do PC e da URSS. Novamente, um mundo estava terminando, e outro estava começando.
Como podemos ver, este alinhamento marca o início de uma mudança radical. As pessoas estão fazendo barulho á respeito de 2012, mas na verdade, o mundo acaba mesmo, é em 2010. Pelo menos o mundo tal qual o conhecemos até aqui.
O céu de 2012 não apresenta nenhum aspecto astrológico radical. Nenhum que chegue próximo ao que teremos esse ano.
Se não bastasse o encontro de Júpiter e Urano em Áries, que como vimos, marca novos momentos politico-ideológicos, temos ainda a posição de Saturno, senhor do tempo e das colheitas nos primeiros graus de Libra, fazendo uma “oposição” exata á conjunção Júpiter-Urano. E Saturno não está só. Com ele vem Marte, como todos sabem, o senhor da guerra. Se isso tudo não bastasse, Plutão, outro “deus da mudança”, implacável e compulsivo, faz uma “quadratura” á esse povo todo, nos primeiros graus de Capricórnio, outros signo “Cardinal”.
O céu está pesado. De todas as conjunções anteriores que eu citei, essa é, sem dúvida, a mais tensa e a mais radical. O velho e o novo estão cara-a-cara para um confronto que já se anuncia há uns três anos. E agora não tem mais como “empurrar com a barriga”, “não tem mais pra onde correr”.
O que está vindo pela frente?
Quem tiver olhos, verá... Um velho mundo morrendo, e um outro, novo,nascendo...
Todos já estamos sentindo a onda gigante de renovação que está chegando...
As mudanças acontecem em todos os níveis: no planeta, em nosso país, aqui no DF e também, como não poderia deixar de ser, em nossos lares, consciências e em nossas vidas. Todos gostam de mudanças planetárias, mas quase ninguém gosta quando elas começam a acontecer em nossas vidas, de verdade.
Quase todos nós, conscientes disto ou não, admitamos isto ou não, somos apegados aos modelos e estilos de nossas vidas, por mais deficientes e causadores de sofrimento que eles sejam. Faz parte de nossa natureza.Somos todos, mais ou menos conservadores. Basta ver quando algo realmente novo chega a Terra, a reação contrária que causa, e a pouca adesão que conquista, num primeiro momento.
O Cristianismo hoje é uma potência política e econômica, influindo em governos, movimentando bilhões e capitaneando guerras. Mas no começo, se limitava a doze pessoas, e durante quinhentos anos, ser simpático a esta idéia era motivo bastante para mandar alguém ser almoço dos leões.
Só que tem momentos, que é mudar ou mudar. E esse é um desses momentos.
Todo esse transtorno e esse “rebuliço” em nossas vidas são as mudanças chegando e batendo na porta dos nossos velhos estilos de vida, que se defendem como podem. Com unhas e dentes, como Saturno e Marte sinalizam.
Será que estamos dispostos a mudar? Será que sabemos o que precisamos mudar? Ou será que ainda estamos pensando que os problemas em nossas vidas são causados pelo ex, pela ex, pelos filhos, a sogra, pelo Lula, pelo Arruda, por nossos inimigos, Deus, o diabo, etc.?
A Tsunami da transformação planetária está batendo na praia. Ou pegamos essa onda e vamos com força para a frente, ou ela nos pega e quebra a espinha dorsal de nossas resistências. A hora de mudar é agora. Se a sua vida já está de pernas para o ar e você não está dando conta sozinho, procure ajuda. Um médico, padre, psicólogo, terapêuta, astrólogo, um amigo de verdade... Enfim, alguém que possa te ajudar a se enxergar, que nós não viemos equipados de fábrica com espelho retrovisor. Somos todos muito hábeis para enxergar cisco no olho do irmão, e cegos para ver a trave em nosso próprio olho...
Boa sorte!
sexta-feira, abril 30, 2010
SAMBA DO APPROACH - Zeca Pagodinho
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(Venha provar)
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(Xá comigo!)
Eu tenho savoir-faire
Meu temperamento é light
Minha casa é hi-tech
Toda hora rola um insight
Já fui fã do Jethro Tull (*)
Hoje me amarro no Slash (**)
Minha vida agora é cool
Meu passado é que foi trash
(Vai!)
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(Beautiful!)
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
Fica ligada no link
Que eu vou confessar, my love
Depois do décimo drink
Só um bom e velho Engov
Eu tirei o meu Green Card
E fui pra Miami Beach
Posso não ser pop star
Mas já sou um noveau riche
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(É, mas eu pude falar...)
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(Olha só...)
Eu tenho sex-appeal
Saca só meu background
Veloz como Damon Hill
Tenaz como Fittipaldi
Não dispenso um happy end
Quero jogar no dream team
De dia um macho man
E de noite drag queen
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(Venha provar)
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(Venha provar)
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(Venha provar, venha provar)
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(*) Jethro Tull é uma banda inglesa de rock progressivo formada em Blackpool nos anos 60. Jethro Tull significa agricultor.
(**) Slash foi guitarrista da banda de rock americana Guns’n Roses,
formada nos anos 80.
CONFIRA O CLIP DA MÚSICA EM: http://letras.terra.com.br/zeca-pagodinho/158462/
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(Venha provar)
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(Xá comigo!)
Eu tenho savoir-faire
Meu temperamento é light
Minha casa é hi-tech
Toda hora rola um insight
Já fui fã do Jethro Tull (*)
Hoje me amarro no Slash (**)
Minha vida agora é cool
Meu passado é que foi trash
(Vai!)
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(Beautiful!)
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
Fica ligada no link
Que eu vou confessar, my love
Depois do décimo drink
Só um bom e velho Engov
Eu tirei o meu Green Card
E fui pra Miami Beach
Posso não ser pop star
Mas já sou um noveau riche
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(É, mas eu pude falar...)
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(Olha só...)
Eu tenho sex-appeal
Saca só meu background
Veloz como Damon Hill
Tenaz como Fittipaldi
Não dispenso um happy end
Quero jogar no dream team
De dia um macho man
E de noite drag queen
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(Venha provar)
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(Venha provar)
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(Venha provar, venha provar)
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat
(*) Jethro Tull é uma banda inglesa de rock progressivo formada em Blackpool nos anos 60. Jethro Tull significa agricultor.
(**) Slash foi guitarrista da banda de rock americana Guns’n Roses,
formada nos anos 80.
CONFIRA O CLIP DA MÚSICA EM: http://letras.terra.com.br/zeca-pagodinho/158462/
segunda-feira, abril 26, 2010
SHOW DO MOBY, BRASÍLIA, ABRIL 2010
segunda-feira, abril 19, 2010
LEGALIZAÇÃO DA MACONHA NO BRASIL. CERTO OU ERRADO?
Tema polêmico, mas vamos lá. Este fim de semana estive conversando com um amigo que é policial e trabalha justo no combate ao narcotráfico pelo Brasil todo. Perguntei a ele o que ele achava da legalização da maconha e ele disse que era contra porque na Holanda é liberado e agora estão com vários problemas sociais por causa disto. A Holanda é outro país, em outro continente e com realidade cultural diferente. Eu pergunto: problemas sociais? Será que são piores que os nossos problemas sociais causados pelo trafico de drogas? Tudo está começando a acontecer mais cedo em nossas vidas. É um processo social normal para os tempos de tecnologia avançada em que vivemos. Globalização, tecnologia, mudanças muito rápidas e cada vez mais cedo aprendemos a lidar com tecnologia. Acontece que as mudanças não se dão só no lado “bom” da coisa. A criminalidade também está começando cada vez mais cedo. Já é normal encontrar crianças de 10 anos carregando fuzis, fazendo papel de mula, contrabandeando, roubando e usando drogas etc. A expectativa de vida na criminalidade é muito baixa. A criança que nasce e cresce em boca de fumo, em local de tráfico por mais honestos que sejam seus pais, é difícil não ter como referência o traficante que está cheio de dinheiro, roupas de marca, carros, mulheres, ostentando uma riqueza muito distante da realidade da criança e de sua família. Ela vai olhar para o pai lixeiro, pedreiro, peão da construção civil, a mãe doméstica, diarista, mãe solteira (nem vamos entrar em outras questões polêmicas como a legalização do aborto, a laqueadura de trompas não permitida antes dos 30, falta de programas educacionais sobre sexo etc). Todas profissões honradas mas que dificilmente são suficientes para que seus filhos mudem este ciclo vicioso. Quando a criança vê seus pais ganhando o suficiente para comer, e muito mal diga-se de passagem, e o traficante ganhando em uma semana o que seus pais nunca ganharão em um ano, qual será a referência dele? O traficante, é claro.
Não sei qual a solução ideal mas acho que com a que temos os resultados continuam nada positivos, então,penso que seria o momento de tentarmos algo novo. Pelo menos tentar. Se não der certo pensamos em outra solução. É claro que o problema é de base e bem mais complicado do que se pensa,mas acho que é uma discussão válida em que não podemos jogar para os políticos decidirem. A sociedade toda deveria participar deste debate e tentar achar uma solução, sem demagogia, sem falso moralismo. As drogas existem. Ponto. Existem, usuários e não vão parar de existir. Ponto. O consumo não tem diminuído nos últimos anos. Ponto. Então?... Mandar a polícia entrar nos morros, favelas, pontos de fumos e agir com força, repressão, não resolve. Quando a polícia consegue fazer um bom trabalho nas comunidades, fica a falta de manutenção destes trabalhos sociais e tudo volta.
Vejam bem. Quando se fala em legalização as pessoas pensam logo em algo bagunçado, em pessoas fumando assim ao Deus dará. Não é assim. Com relação ao cigarro mesmo temos uma série de regras que basicamente valeriam, também, para o uso da maconha, como não fumar em local fechado (“proibido uso de cigarros e assemelhados neste recinto”, não é assim que está em elevadores, por exemplo?) Não se deve pensar logo no cigarrinho de maconha ‘apertado” e sendo passado na rodinha e sim em todo o processo, desde o plantio. Para os mais desavisados, da planta, cujo nome científico é Cannabis Sativa, se pode extrair uma série de coisas benéficas ao homem. Inclusive roupas,pequenos móveis e utensílios podem ser feitos da fibra da planta. Além disto, uso medicinal, mais do que comprovado, estudado no mundo todo. O caule possui fibras industrialmente importantes, conhecidas como cânhamo; e a resina tem propriedades psicoativas bem documentadas podendo atuar como analgésico, anódino, antiemético, antiespasmódico, calmante do sistema nervoso, embriagador, estomático, narcótico, sedativo, tônico.
Para fazendeiros plantarem, as regras de plantio que já existem continuariam e, provavelmente, deveriam ter uma licença especial para este tipo de plantio, mas vejam bem, seria uma nova e rica fonte de geração de empregos, começando no meio rural, com o plantio até chegar às cidades, nos laboratórios, no comércio, nas lojas, artesãos. Tudo com registro, com pagamento de impostos etc. Os laboratórios farmacêuticos de credibilidade poderiam vender para uso medicinal. Antes de comercializar para este fim, claro, fazer pesquisas, testes, criar uma marca brasileira, patentear, gerar lucros para o país.
Morei na Espanha e lá o uso é permitido. A comercialização não Não é legalizado, ainda, mas caminha para isto. E não é assim bagunçado, as pessoas não fumam nas ruas, de qualquer jeito ou a qualquer hora. É para consumo próprio e se usa em alguns bares. Gente que trabalha, estuda, tem família, faz parte de uma família, enfim, todos os tipos de perfis de usuários. Um outro ponto controverso é dizer que a maconha abre portas para depois se usar outras drogas mais fortes e que causam dependência. Acho que é muito relativo e depende unicamente de cada um. Boa parte das pessoas que conheço que fumam maconha só usam maconha. Se já experimentaram outras drogas é outra conversa. É o famoso livre-arbítrio que existe com ou sem legalização.
A partir do momento em que o Estado administrasse a comercialização da maconha o narcotraficante já perderia uma boa fatia deste mercado. O fato de deixar de ser ilegal talvez até diminua o uso porque tem muita gente que vai atrás de emoção, de querer fazer o que é proibido e ache que perdeu a graça.
É fato que o tema é polêmico, por isto mesmo a discussão é válida. Não defendo o uso de drogas mas defendo a idéia de se discutir os problemas sociais. Se existem outras alternativas, vamos colocar em pauta, dar opinião, concordar, discordar, mas não fingir que não existe. Outros temas muito importantes e que a sociedade civil deveria estar atenta e participando porque diz respeito a todos nós sim: legalização do aborto, casamento civil entre homossexuais, redução da maioridade penal no Brasil,meio ambiente e tantos outros. Quem realmente acompanha, sabe o que está rolando, em que pé estão as coisas?
Não sei qual a solução ideal mas acho que com a que temos os resultados continuam nada positivos, então,penso que seria o momento de tentarmos algo novo. Pelo menos tentar. Se não der certo pensamos em outra solução. É claro que o problema é de base e bem mais complicado do que se pensa,mas acho que é uma discussão válida em que não podemos jogar para os políticos decidirem. A sociedade toda deveria participar deste debate e tentar achar uma solução, sem demagogia, sem falso moralismo. As drogas existem. Ponto. Existem, usuários e não vão parar de existir. Ponto. O consumo não tem diminuído nos últimos anos. Ponto. Então?... Mandar a polícia entrar nos morros, favelas, pontos de fumos e agir com força, repressão, não resolve. Quando a polícia consegue fazer um bom trabalho nas comunidades, fica a falta de manutenção destes trabalhos sociais e tudo volta.
Vejam bem. Quando se fala em legalização as pessoas pensam logo em algo bagunçado, em pessoas fumando assim ao Deus dará. Não é assim. Com relação ao cigarro mesmo temos uma série de regras que basicamente valeriam, também, para o uso da maconha, como não fumar em local fechado (“proibido uso de cigarros e assemelhados neste recinto”, não é assim que está em elevadores, por exemplo?) Não se deve pensar logo no cigarrinho de maconha ‘apertado” e sendo passado na rodinha e sim em todo o processo, desde o plantio. Para os mais desavisados, da planta, cujo nome científico é Cannabis Sativa, se pode extrair uma série de coisas benéficas ao homem. Inclusive roupas,pequenos móveis e utensílios podem ser feitos da fibra da planta. Além disto, uso medicinal, mais do que comprovado, estudado no mundo todo. O caule possui fibras industrialmente importantes, conhecidas como cânhamo; e a resina tem propriedades psicoativas bem documentadas podendo atuar como analgésico, anódino, antiemético, antiespasmódico, calmante do sistema nervoso, embriagador, estomático, narcótico, sedativo, tônico.
Para fazendeiros plantarem, as regras de plantio que já existem continuariam e, provavelmente, deveriam ter uma licença especial para este tipo de plantio, mas vejam bem, seria uma nova e rica fonte de geração de empregos, começando no meio rural, com o plantio até chegar às cidades, nos laboratórios, no comércio, nas lojas, artesãos. Tudo com registro, com pagamento de impostos etc. Os laboratórios farmacêuticos de credibilidade poderiam vender para uso medicinal. Antes de comercializar para este fim, claro, fazer pesquisas, testes, criar uma marca brasileira, patentear, gerar lucros para o país.
Morei na Espanha e lá o uso é permitido. A comercialização não Não é legalizado, ainda, mas caminha para isto. E não é assim bagunçado, as pessoas não fumam nas ruas, de qualquer jeito ou a qualquer hora. É para consumo próprio e se usa em alguns bares. Gente que trabalha, estuda, tem família, faz parte de uma família, enfim, todos os tipos de perfis de usuários. Um outro ponto controverso é dizer que a maconha abre portas para depois se usar outras drogas mais fortes e que causam dependência. Acho que é muito relativo e depende unicamente de cada um. Boa parte das pessoas que conheço que fumam maconha só usam maconha. Se já experimentaram outras drogas é outra conversa. É o famoso livre-arbítrio que existe com ou sem legalização.
A partir do momento em que o Estado administrasse a comercialização da maconha o narcotraficante já perderia uma boa fatia deste mercado. O fato de deixar de ser ilegal talvez até diminua o uso porque tem muita gente que vai atrás de emoção, de querer fazer o que é proibido e ache que perdeu a graça.
É fato que o tema é polêmico, por isto mesmo a discussão é válida. Não defendo o uso de drogas mas defendo a idéia de se discutir os problemas sociais. Se existem outras alternativas, vamos colocar em pauta, dar opinião, concordar, discordar, mas não fingir que não existe. Outros temas muito importantes e que a sociedade civil deveria estar atenta e participando porque diz respeito a todos nós sim: legalização do aborto, casamento civil entre homossexuais, redução da maioridade penal no Brasil,meio ambiente e tantos outros. Quem realmente acompanha, sabe o que está rolando, em que pé estão as coisas?
sábado, abril 10, 2010
PARA JORNALISTAS, ESTUDANTES E INTERESSADOS EM CULTURA DE FORMA GERAL
Jornal inglês The Times coloca acervo de 1785 até 1985 disponível online
O tradicional jornal inglês The Times, publicado diariamente desde 1785, colocou todo o seu arquivo disponível online - gratuitamente - até o ano de 1985. São 200 anos de informações de primeira mão sobre alguns dos mais importantes fatos da história da humanidade. A página do arquivo oferece recursos como uma linha do tempo com fatos relevantes de determinados anos, desde a execução da rainha da França, Maria Antonieta , passando pela prisão de Nelson Mandela em 1964 até o solo de bateria de 20 minutos de John Bonhan em 1973 .
http://archive. timesonline. co.uk/tol/ archive
É possível navegar também por citações que aparecem no alto da página, do lado direito. Clicando na citação, chega-se à notícia relacionada. Em duas visualizações, as frases foram " We shall fight on the beaches. We shall fight on the hills. We shall never surrender ", de Winston Churchill; e " The English ministers are fighting with each other; all is perfect anarchy ", de Napoleão Bonaparte.
O The Times não é o pioneiro na iniciativa de colocar seus arquivos na rede. No ano passado o New York Times já tinha feito o mesmo, disponibilizando gratuitamente seus arquivos desde 1987, assim como todo o material publicado de 1851 até 1922, que já era de domínio público. O jornal americano continua cobrando o acesso às notícias publicadas entre 1923 e 1986.
Outra iniciativa semelhante que merece menção é a "Fotogaleria da Biblioteca do Congresso ", que publica fotos do acervo da Bilbioteca do Congresso dos EUA no Flickr. Nesse caso, além de disponibilizar gratuitamente o material, a iniciativa serve também para identificar muitas das fotos que têm "muita pouca descrição" ( Clique http://www.flickr. com/people/ library_of_ congress/ e leia descrição do perfil da Biblioteca no Flickr).
O tradicional jornal inglês The Times, publicado diariamente desde 1785, colocou todo o seu arquivo disponível online - gratuitamente - até o ano de 1985. São 200 anos de informações de primeira mão sobre alguns dos mais importantes fatos da história da humanidade. A página do arquivo oferece recursos como uma linha do tempo com fatos relevantes de determinados anos, desde a execução da rainha da França, Maria Antonieta , passando pela prisão de Nelson Mandela em 1964 até o solo de bateria de 20 minutos de John Bonhan em 1973 .
http://archive. timesonline. co.uk/tol/ archive
É possível navegar também por citações que aparecem no alto da página, do lado direito. Clicando na citação, chega-se à notícia relacionada. Em duas visualizações, as frases foram " We shall fight on the beaches. We shall fight on the hills. We shall never surrender ", de Winston Churchill; e " The English ministers are fighting with each other; all is perfect anarchy ", de Napoleão Bonaparte.
O The Times não é o pioneiro na iniciativa de colocar seus arquivos na rede. No ano passado o New York Times já tinha feito o mesmo, disponibilizando gratuitamente seus arquivos desde 1987, assim como todo o material publicado de 1851 até 1922, que já era de domínio público. O jornal americano continua cobrando o acesso às notícias publicadas entre 1923 e 1986.
Outra iniciativa semelhante que merece menção é a "Fotogaleria da Biblioteca do Congresso ", que publica fotos do acervo da Bilbioteca do Congresso dos EUA no Flickr. Nesse caso, além de disponibilizar gratuitamente o material, a iniciativa serve também para identificar muitas das fotos que têm "muita pouca descrição" ( Clique http://www.flickr. com/people/ library_of_ congress/ e leia descrição do perfil da Biblioteca no Flickr).
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